quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Antes de viajar, veja teste com cinco modelos de malas

Reportagem comparou cinco modelos de malas pequenas, com rodinhas, para viagens curtas; veja vantagens e desvantagens


Uma mala chateia seu dono antes até da hora de carregá-la. A parte mala mesmo é fazer as coisas caberem ali dentro.



Anatoliy Samara/Shutterstock
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No teste, cada modelo foi experimentado com uma muda padrão de roupas femininas para cinco dias, imaginando-se uma viagem nacional no feriado de Carnaval. A bagagem consistiu em: sete calcinhas; cinco sutiãs; cinco pares de meia; cinco biquínis; uma camisola; uma canga; um chapéu; uma toalha; cinco vestidos; cinco blusas; duas saias; um short, uma calça; um agasalho; um tênis; uma legging; um top; uma sacola de praia e nécessaire com protetor solar, hidratante, xampu, condicionador, escova, pasta de dente e sabonete.

Além da capacidade de cada mala, foram observadas a praticidade das divisões internas, a "dirigibilidade" e a resistência.
A mala da Benetton foi a único que não fechou: suas travas são substitutas ruins para o bom e velho zíper, que permite uma roubadinha, um aperta-força-empurra. Já as travas não são abertas a negociações.
Nesse item, a melhor foi a da Kipling, que acomodou tudo com folga. Além disso, tem um extensor, que nem foi usado. Para quem corre o risco de levar a fantasia de volta para casa, essa é a mala.
No quesito divisão interna, Samsonite se destacou, com bolsos bem pensados e divisórias que facilitam a vida. Para começar, há uma área isolada por um tecido com zíper, que divide o espaço interno em dois. Vem com dois saquinhos para sapatos e um para roupa suja. Vem também com um saco transparente para o viajante colocar os líquidos (em viagens ao EUA e à Europa, devem estar em embalagens de até 100 ml, lacrados em sacos transparentes tipo zip). E, grand finale: os forros da Samsonite têm zíperes, como os da Primícia. Ou seja, um agente de segurança desconfiado não precisa retalhar a sua mala com canivete.
Os modelos da Benetton e da Chenson também permitem a divisão do interior da mala. Suas tampas ainda acomodam um vestido sem amassar, que vai no cabide, dobrado ao meio.

Curvas e choques

Na hora de rodar por aí, Primícia e Samsonite levaram a melhor. Ambas têm rodas giratórias e podem ser levadas de lado, que nem caranguejos, confortavelmente.
Por fim, os produtos foram submetidos a um teste de choque -bem empírico, reconhecemos. As malas foram atiradas ao chão, na tentativa de reproduzir a maneira "delicada" com que são alçadas a voo ao serem descarregadas de um avião. O objetivo era checar a resistência das rodinhas, porque pior do que uma mala sem alça é uma com uma só roda trabalhando. Todas sobreviveram.

Reportagem comparou cinco modelos de malas pequenas, com rodinhas, para viagens curtas; veja vantagens e desvantagens
Editoria de Arte/Folha Imagem








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