segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Vestuario como forma de Expressão

Roupa sempre foi sinônimo de expressão. A roupa que uma pessoa veste mostra muito sobre ela.
Facilmente você identifica grupos como roqueiros, skatistas, nerds, mauricinhos, patricinhas e até mesmo um pouco da personalidade, como as pessoas mais tranquilas, que não se importam em estar ou não arrumadas, as que querem mostrar que tem dinheiro etc.
Além disto, o tipo de vestimenta também varia muito do local em que está. Biquinis e sungas de banho são totalmente aceitáveis e bem vindos na praia ou piscina, pois eles tem a sua utilidade. Já fora delas, o uso é completamente desnecessário e incômodo.
Estes detalhes acabaram se tornando regras da sociedade. Não acredita? Então experimente ir de chinelo, bermuda e camiseta suja em um casamento!
Neste ponto, acredito que você concorde comigo que o tipo de roupa, dependendo do ambiente, causa uma impressão sua diferente nas pessoas. E a forma como você se veste pode, ou não, ser considerada inadequada ou mesmo proibida.
Ao fugir destes padrões impostos pela sociedade, você está aberto a críticas ou mesmo proibições. Em muitas lojas não se pode entrar sem camisa ou descalço. E ao insistir nisto, você sabe que será criticado. Ninguém vai em uma reunião com o cliente de tênis, bermuda e camisa florida sem saber o que está tentando causar.
E esta regra serve para qualquer situação. A gravidade de entrar em uma loja sem camisa, onde esteja uma placa proibindo isto ou andar de sunga pelas ruas é a mesma. Fatalmente um policial acabará sendo chamado.
Foto por Peter Davis
Foto por Peter Davis
Sou muito macho! Só gosto de usar uma roupa diferente…
Isso é claro e óbvio. Voltando ao início do texto, a roupa atua como uma forma expressão. Um homem que saia de vestido, baton e bolsa pelas ruas não tem como exigir respeito e querer que todos afirmem sua masculinidade. Ele será taxado de homossexual.
E finalmente entrando no caso Uniban, é exatamente isto que ocorre. Ao utilizar uma roupa inadequada ao local em que está, já com intenção de provocar (pois ninguém faz isto sem saber o que está fazendo), você vai ser criticada, vão fazer comparações as prostitutas, que são conhecidas por usar roupas muito curtas independente do lugar onde estão e, claro, pode acabar como no caso citado anteriormente de ser necessário chamar a polícia.
Se ela está certa ou não, quem somos nós para dizer? Mas assim como roubo é roubo, independente de ser uma maçã ou um carro 0Km, quebrar esta “lei” é considerado um “crime” para a sociedade. Seja utilizando um vestido curto ou indo de calcinha e sutiã para a universidade.

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