terça-feira, 31 de agosto de 2010

Bento Gonçalves, RS

Reflexões sociológicas sobre a hospitalidade

Por WALTER PRAXEDES
Doutor em Educação pela Universidade de São Paulo e professor de Sociologia das Faculdades Nobel e Universidade Estadual de Maringá (UEM)
1. A imaginação do turista
O turista é aquele que conquistou o privilégio da mobilidade espacial no mundo contemporâneo, uma mobilidade que depende do tamanho do seu privilégio Um privilégio que também pode ser encarado como uma enorme perda: não há como um turista deixar de imaginar que onde quer que ele esteja desfrutando momentos de satisfação, bem estar e segurança, poderia estar em outra parte.
É preciso saber lidar com a imaginação do turista pois é ela que o move a chegar e a partir de uma localidade. Em princípio, não há razão para ele se prender a um lugar específico por mais tempo do que o necessário para satisfazer o pássaro irrequieto de sua imaginação. E nada é mais angustiante para alguém que é movido pela paixão de conhecer o mundo do que perder a liberdade de escolher o seu destino.
Decorre desta inconstância da imaginação do turista os maiores desafios para aquelas localidades que são projetadas para propiciar hospitalidade aos visitantes. Para que estes se sintam bem em um local é preciso que esqueçam por um período todos os outros destinos que lhes escapam. E não há patrimônio ecológico, histórico ou cultural ou mesmo evento que possa prescindir de um lugar considerado belo pelo visitante, comida e bebida agradáveis, e uma boa companhia para aquelas conversas que não têm hora para começar, em que as palavras não saem apressadas atropelando umas às outras, e ninguém sente incômodo com o silêncio entre um assunto e outro.
2. O anseio por segurança
A liberdade de movimento do turista ocorre em um tempo e um espaço que ameaçam a sua segurança e colocam em risco o seu bem estar e a sua vida. A competição do mercado de trabalho e a ameaça de desemprego, as redes criminosas, a violência urbana, a corrupção governamental, os alimentos contaminados, a solidão e o desamparo na velhice são os temores que provocam no turista o desejo de fuga, nem que seja efêmera, para um local seguro e confortável.
Compreendida desta forma ampla, a segurança envolve desde a proteção contra as ameaças à integridade física por parte da violência das grandes cidades, serviços médicos e sanitários adequados e alimentação saudável, até a sensação de abrigo em uma noite fria, o aconchego de uma companhia que nos livre da solidão e com quem possamos compartilhar experiências e afetividade.
Outro dilema que não pode ser desconsiderado: embora o turista queira proteção contra os males mencionados, muitas vezes é ele próprio que os traz em sua bagagem. É um enorme paradoxo tentar impedir que o visitante leve à deterioração das condições de bem estar e segurança locais sem restringir a sua liberdade.
Hospitalidade, então, não pode ser confundida com a cordialidade  superficial e indiferente dos vendedores e prestadores de serviços. É possível que até implique na necessidade de polidez e afabilidade nos primeiros contatos, mas é necessário que seja muito mais do que a troca de expressões superficiais entre compradores e vendedores, para significar proteger o visitante do perigo, da rotina que entedia, do cansaço e da doença. Significa, pois, garantir segurança ao visitante cuidando para que ele esteja livre das ameaças que colocam sua vida e o seu bem estar em risco.
3. Sociabilidade
A vida humana depende da ação dos indivíduos e de sua interação. O ser humano é um ser portador de necessidades que só se realizam através dos relacionamentos entre os humanos. O reconhecimento de um outro ser como humano implica em reconhecermos as suas necessidades de recursos materiais, bens simbólicos e da presença de outro ser humano. Para a satisfação desses três conjuntos de necessidades elementares  é que se desenvolvem as mais diferentes formas de interação e relacionamento afetivo, de elaboração de conhecimentos, de atividades lúdicas e artísticas, e de produção de bens e serviços.
Para satisfazer a necessidade de presença de outro ser humano é que se desenvolvem as formas de sociabilidade como o namoro e a amizade, a polidez e a hospitalidade, a moral, a ética, o direito, o comércio e até o dinheiro, que é usado para facilitar a relação de troca entre os humanos, através do uso de uma mercadoria considerada equivalente  a todas as outras.
Como estamos discutindo os contornos da atividade de recepção turística, devemos ter em mente que a utilização do dinheiro como forma de remuneração dos serviços e bens que o turista escolhe não pode levar a que o tempo livre deste seja transformado em simples meio de ganhar dinheiro. Qualquer visitante se sente explorado quando percebe que as suas necessidades estão sendo manipuladas. Acredito, ainda, que nenhum turista considere hospitalidade um sorriso em um rosto acompanhado de uma mão estendida à espera de uma moeda.
A hospitalidade é uma forma de relação humana baseada na ação recíproca entre visitantes e anfitriões. Sempre que os humanos se relacionam, mesmo para a realização de atividades práticas ligadas a receber ou visitar alguém ou um local, o relacionamento depende dos valores daqueles que estão interagindo, ou seja, depende dos princípios que orientam as condutas dos envolvidos na relação. A discussão sobre a hospitalidade é muito mais do que uma simples difusão de técnicas de bom atendimento na atividade turística, pois depende de uma discussão prévia sobre os valores que devem fundamentar as práticas de recepção aos turistas. Valores novos devem ser propostos e debatidos livremente, mas nunca impostos.
4. Cidadania
Uma hospitalidade que faça com que o turista se sinta realmente bem vindo à localidade e seguro depende da qualidade de vida dos moradores locais. Não vá o empresário do setor turístico acreditar que terá um colaborador empenhado doando o melhor de si para o atendimento ao turista se o mesmo se sente desrespeitado e explorado, não teve acesso a uma educação adequada e está exposto ao estresse próprio daqueles que não controlam o próprio tempo nos momentos de descanso e lazer.
É outro dilema da hospitalidade disponibilizar prazer, bem estar e segurança para o turista sem gerar sofrimento para os anfitriões e moradores locais. Para gerar hospitalidade temos que garantir que os moradores locais vivam com qualidade de vida suficiente, segurança e bem estar para que não se sintam impelidos a ameaçar a segurança dos visitantes.
Não podemos querer imaginar um mundo hospitaleiro para o turismo enquanto escondemos a nossa pobreza, através da exclusão dos pobres dos espaços públicos destinados aos visitantes. Em meio à pobreza crescente dos centros urbanos no mundo todo agentes governamentais e empresários podem cair na tentação de restringir os movimentos dos mais pobres. Nosso dever é evitar que o projeto de produzir a hospitalidade que atraia os turistas  gere o fascismo que leva à exclusão da cidadania, com os mais pobres perdendo o direito de transitar e de decidir sobre os rumos de sua cidade. Da cidade formada por ruas, praças, monumentos e edificações erguidas pelas suas mãos, enquanto eles próprios estão confinados nos bairros sem infra-estrutura e sem lazer.
5. Sexo e prostituição
Longe de negarmos o prazer como uma forma de reconciliação do ser humano com a sua própria natureza, pregando um moralismo que na prática leva à abstinência, defendo que a hospitalidade envolve a aceitação da possibilidade da interação sexual entre visitantes e moradores. Para os dois lados tal interação pode significar vida e sentimento fora das alternativas do sexo solitário, pela Internet ou comprado.
Podemos assim discutir a hospitalidade sem confundi-la com a relação promíscua entre turismo e as redes de prostituição e tráfico de mulheres e crianças. Se não houver na localidade anfitriã pessoas que transformem o corpo em mercadoria como um meio para a satisfação de suas necessidades de consumo, o fenômeno da prostituição perde a centralidade que hoje adquire no setor turístico. Então, para satisfazer as suas necessidades afetivas e sexuais o visitante deverá buscar a interação com os moradores locais simplesmente pela satisfação que o relacionamento poderá gerar para os envolvidos, e não em virtude do interesse monetário ou da coação dos criminosos sobre os mais pobres e indefesos da localidade que, neste caso, jamais pode ser chamada de comunidade, pois em uma verdadeira comunidade ninguém se sente desprotegido e carente ao ponto de ter que se prostituir.
6. Cultura popular
A importância de uma efervescência cultural na vida social local também não pode ser minimizada pelos planejadores da hospitalidade, pois como nos adverte Bauman (2003: 46) “um lugar pode estar fisicamente cheio, e no entanto assustar e repelir os moradores [e visitantes] por seu vazio moral”. Deriva deste raciocínio a importância que devemos atribuir às culturas populares locais, apoiando ou simplesmente não obstaculizando a sua livre manifestação. Para os planejadores da hospitalidade o apoio a um grupo de cultura popular não pode implicar no roubo de sua autonomia. Sem autonomia as culturas populares perdem a autenticidade, a afetividade, a alegria e a criatividade que as definem. Também não deve ser esquecido que o respeito à cultura popular, à diversidade das manifestações culturais dos mais pobres, não pode levar à sublimação das suas reais condições de vida. Respeitar a diferença não pode significar nos tornarmos indiferentes às situações que geram a desigualdade.
7. Humilhação
Em um de seus livros sobre a globalização Zygmunt Bauman comenta que a experiência de algumas cidades norte-americanas expressam o que podemos considerar uma predisposição contrária à hospitalidade: “a suspeita em relação aos outros, a intolerância face à diferença, o ressentimento com estranhos e a exigência de isolá-los e bani-los, assim como a preocupação histérica, paranóica com a “lei e a ordem”, tudo isso tende a atingir o mais alto grau nas comunidades locais mais uniformes, mais segregadas dos pontos de vista racial, étnico e de classe.” (Bauman, 1999:  54)
O próprio Bauman tenta explicar as possíveis causas da intolerância em seu livro. Para o sociólogo polonês, “a uniformidade alimenta a conformidade e a outra face da conformidade é a intolerância. Numa localidade homogênea é extremamente difícil adquirir  as qualidades de caráter e habilidades necessárias para lidar com a diferença humana e situações de incerteza; e na ausência dessas habilidades e qualidades é facílimo temer o outro, simplesmente por ser outro – talvez bizarro e diferente, mas primeiro e sobretudo não familiar, não imediatamente compreensível, não inteiramente sondado, imprevisível” (Bauman, 1999: 55) O medo e a indiferença em relação ao desconhecido faz perdermos a oportunidade de um encontro para conhecermos e sermos conhecidos.
Não saber lidar com o considerado diferente, que pode ser alguém com um problema de saúde, uma necessidade especial ou uma identidade incompreendida e não aceita, até mesmo não intencionalmente pode levar o anfitrião a fazer o visitante se sentir humilhado. A humilhação gera o ressentimento com a gente do lugar e o desejo de fugir para não mais voltar. De outra perspectiva, a necessidade de humilhar o outro é sinal de imaturidade ou falta de capacidade para conviver e, no seu limite, se expressa, ainda, no desejo de subjugar o outro através da crueldade, como nos exemplifica o espetáculo demasiado humano das torturas dos cidadãos iraquianos praticadas pelos soldados das forças de ocupação norte-americanas.
8. Conexão com os fluxos globais
Por último quero recordar uma dimensão estratégica da hospitalidade para a gente de um lugar: uma forma de conexão com o mundo através do contato com o visitante. Do contrário podemos perder a capacidade de comunicação com os de fora da localidade, e o nosso destino será o confinamento e a exclusão dos fluxos globais de informações.
Na análise que o sociólogo Manuel Castells realiza sobre as sociedades contemporâneas é muitas vezes ressaltado o aspecto da dependência crescente das atividades humanas em relação à necessidade de processamento de informações para a geração de conhecimentos e sua distribuição. Este aspecto permite caracterizarmos as sociedades contemporâneas como informacionais, em virtude do fluxo contínuo de informações pelas redes comunicacionais. Uma consequência de tal característica é que “o controle da ciência e da técnica das tecnologias da informação chega a ser uma fonte de poder em si mesma”. (Castells, 1996: 15) O trânsito livre de investimentos no mercado financeiro global, os movimentos migratórios de trabalhadores, o turismo, os processos de produção de mercadorias e as tecnologias gerenciais dependem de informações que são produzidas e operacionalizadas em todas as regiões do planeta.
Para que se possa garantir a participação na rede mundial de fluxos de informações Castells acredita que é fundamental a “a habilidade de usar (e de alguma maneira produzir) tecnologias de informação”. Um segundo aspecto ressaltado é a necessidade de os cidadãos da sociedade global estarem conectados aos fluxos de informação e comunicação, pois “o acesso a tais fluxos se faz crítico para qualquer economia e, portanto para qualquer sociedade. Estar desconectado da rede é equivalente a não existir na economia global” (Castells, 1996: 22). Os efeitos da desconexão da economia informacional global podem ser percebidos na marginalização de vastas regiões do planeta, e no número crescente de cidadãos marginalizados em seus próprios países, sejam estes ricos ou pobres.
Conclusão
Hospitalidade é considerar todos os visitantes como bem vindos, compartilhando com eles o bem estar e a segurança que também não nos faltam. Hospitalidade é a generosidade de um agrupamento humano, seja uma comunidade, etnia, cidade, nação, estado ou país. É a ternura da gente de um lugar em relação ao estrangeiro e os seus mistérios, enquanto este também imagina os seus anfitriões como uma gente misteriosa e nem por isso deixou de visitá-la. A hospitalidade é, portanto, um encontro bem sucedido entre mistérios: Civilização não quer dizer outra coisa.

Conheça: Índia

 
Uma das civilizações mais antigas do nosso planeta, a Índia é um país de contrastes. A diversidade de línguas, hábitos e modo de vida não impedem que haja uma grande unidade na cultura do país.Ao mesmo tempo que cada estado tem seu próprio modo de expressão, como na arte, música, linguagem ou culinária, o indiano é profundamente arraigado ao sentimento de amor à sua nação e tem orgulho de sua civilização ancestral, o que mantém vivas até hoje muitas tradições.

Talvez pela profusão de deuses adorados por diferentes segmentos da sociedade, a tolerância religiosa é algo inerente aos indianos acostumados a conviver com a diversidade, como as línguas diferentes faladas muitas vezes por vizinhos. Nos dias de hoje ocorrem conflitos religiosos, mas isso não pode ser considerado característico. 
Muita coisa causa estranheza no ocidente, pois são muitos símbolos, muitas deidades, muitos rituais. A maioria é relativo ao Hinduísmo, que ainda é a religião com mais seguidores na Índia, seguido pelo Islamismo e o Budismo. O Hinduísmo é tão antigo quanto a civilização da Índia, tanto que a palavra "hindu"é erroneamente usada para dizer " indiano", e toda a simbologia é vista pelos outros países como se representasse a própria Índia. 
"Por quê Ganesha tem cabeça de elefante? Como o ratinho tão minúsculo pode ser o seu veículo? Porque algumas pinturas mostram os deuses e deusas com tantos braços? "Não podemos entender a Índia sem entender o significado de símbolos como o Om , a swastika, o lotus que revelam fatos sobre a cultura do país, desenvolvidos por centenas de milhares de anos. Apenas aqueles que estudaram a cultura intensamente podem entender o significado intrínseco desses símbolos, mas é uma obrigação moral de todo indiano se dedicar ao conhecimento da simbologia cultural da Índia.


SÍMBOLOS
A principal mensagem dessa cultura é a aquisição de conhecimento e a remoção da ignorância. Enquanto a ignorância é como a escuridão, o conhecimento é como a luz.
A lamparina, chamada de deepak tem muita importância como símbolo pois, tradicionalmente feita de cerâmica, representa o corpo humano porque assim como o barro, também viemos da terra. O óleo é queimado nela como um símbolo do poder da vida. Uma simples lamparina quando imbuída desta simbologia chama-se deepak e nos dá a mensagem de que toda e qualquer pessoa no mundo deve remover a escuridão da ignorância fazendo o seu próprio trabalho.Nos templos, sempre se oferece uma chama, significando que tudo que fizermos é para agradar a Deus.
Outro símbolo que causa curiosidade para os ocidentais é o Om, que representa o poder de Deus, pois é o som da criação, o princípio universal, entoado começando todos os mantras. Diz-se que os primeiros yoguis o ouviram em meditação, e esse som permeia o cosmos. É o número um do alfabeto, é o zero que dá valor aos números, é o som da meditação.
A flor de lótus, presente em muitas imagens, devido ao fato de crescer na água pantanosa e não ser afetada por ela representa que devemos ficar acima do mundo material apesar de viver nele. As centenas de pétalas do lótus representam a cultura da "unidade na diversidade".
A swastica, que causa estranheza quando é vista, pois para o ocidente é relacionada com o nazismo, é na verdade um símbolo de auspiciosidade, bem estar e prosperidade.Acima de tudo é uma bênção.
As divindades, com seus muitos braços, cada um deles carregando objetos ou armas, símbolos em si, como o lotus, livro, indicam as direções, a maioria representa os quatro pontos cardeais: norte, sul, leste e oeste. Qualquer poder do espírito supremo é chamado deus ou deusa, apesar de Deus ser Uno e Absoluto. Por isso são tantos, pois são muitas as manifestações de Deus.

RELIGIÃO
Outra coisa que é absolutamente importante para entendermos a cultura indiana é a crença na reencarnação, que para os hinduístas, assim como para muitas outras religiões, é um preceito básico e incontestável. Sómente considerando isso é que um ocidental pode entender o sistema de castas. Na filosofia indiana a vida é um eterno retorno , que gravita em ciclos concêntricos terminando no ceu centro, coisa que os iluminados atingem. Os percalços do caminho não são motivo de raiva , assim como os erros não são uma questão de pecado , mas sim uma questão de imaturidade da alma.. O ciclo completo da vida deve ser percorrido e a posição da pessoa em cada vida é transitória. Essa hierarquia implica em que quanto mais alto se chega na escala maiores são as obrigações. A roda da vida cobra mais de quem é mais capaz. Um Brâmane, por exemplo, que é da casta superior, dos filósofos e educadores, tem uma vida dedicada aos estudos e tem obrigações com a sociedade. As outras castas são: Kshatriya, administradores e soldados, Vaishya , comerciantes e pastores e Sudras , artesãos e trabalhadores braçais. Antigamente esse sistema de castas era seguido como lei, mas depois que Mahatma Gandhi, o grande personagem da libertação da India, contestou isso em nome dos direitos humanos, hoje na India a mobilidade social já se faz presente.
Mas nem tudo é hinduísmo na India. O seu maior cartão postal, o Taj Mahal, é uma construção muçulmana, um monumento ao amor, pois foi construido pelo rei para sua amada que morreu prematuramente. É uma das maravilhas do mundo, feito com mármore branco e ricamente decorado com pedras preciosas.
O Islamismo é fundamentado sobre a crença de que a existência humana é submissão (Islãm) e devoção a Allah, Deus onipotente. Para os muçulmanos, a sociedade humana não tem valor em si, mas o valor dado por Deus. A vida não é uma ilusão, e sim uma oportunidade de bênção ou penitência. Para guiar a humanidadde, Deus deu aos homens o Corão, livro revelado através do Anjo Gabriel, ao seu mensageiro, o Profeta Maomé, por volta do ano 610 DC. Um século depois, houve a grande invasão a Sind, que hoje está fora da India, na região do Paquistão, onde a língua Urdu , introduzida naquela época na região, permanece até hoje .Devido a fatores políticos, o Islamismo se espalhou pelo norte e hoje temos um grande crescimento dos seguidores do Islãm por toda a India.

Por volta do século XV o Islam estava dominando o norte da India e se tornou muito intolerante, não admitindo a existência daqueles que não acreditavam na sua religião. Os hindus estavam vivendo em condições desumanas, sendo reprimidos e até massacrados e as mulheres eram maltratadas. Por outro lado os hindus , com suas divisões de classes, suas superstições e parafernália de rituais, depois de séculos de invasões e dominação, passaram a ser humilhados em seu próprio país, proibidos de construir seus templos e até velar seus mortos. Nesse contexto surgiu o Guru Nanak , que mostrou que ambas as religiões estavam se distanciando dos princípios de Deus, de paz e amor na humanidade e inaugurou o Sikhismo, uma religião baseada em valores universais : amor, liberdade, dignidade, tolerãncia, harmonia, amizade, realização pessoal , auto confiança, serviço, caridade e sacrifício. Para um Sikh a geração de riqueza não é irreligioso, se for em benefício da sociedade e não apenas para si próprio. È uma fé baseada na realização de Deus dentro de cada um neste mundo e não depois da morte. .

O Budismo também se faz presente, já que a India é a terra onde nasceu Buda, e onde tudo começou. No tempo do Imperador Ashok, o grande rei unificador da Nação indiana, a maior parte se converteu ao Budismo, que alguns chamam de filosofia e não religião, pois não existe adoração a Deus e o ser humano é levado a conquistar a paz interior pelo caminho do meio, ou seja, o equilibrio. O sofrimento é causado pelo desejo e a prática da meditação é usada para aquietar a mente e procurar atingir o Nirvana, o estado de perfeita paz. As mais impressionantes representações do Budismo da época áurea se encontram nas cavernas de Ajanta e Ellora ,em Aurangabad. Esta última consiste em templos e monastérios erguidos pelos monges budistas , hinduístas e jainistas e contam a história das três religiões.

A vida do indiano é dividida em quatro fases, e essa divisão se chama Ashrama: a infãncia , a juventude, que é absolutamente devotada aos estudos, (não existe namoro nesta fase) , o tempo de se constituir familia, que é pela tradição arranjada pelos pais (este hábito está caindo em desuso com os tempos modernos) e na velhice a vida é dedicada à realização espiritual. Tal modo de vida mostra a grande importância dada ao conhecimento, e um grande número de indianos , apesar do alto índice populacional do país, e da pobreza que é conseqüencia disso, tem escolaridade e fala mais de uma língua.


CIÊNCIA E TECNOLOGIA
Quase tudo na India é espiritualidade, mas na verdade o grande propósito da cultura indiana é o conhecimento, e toda essa importância dada às religiôes se deve ao pricípio de que o propósito da vida na terra é sair da escuridão da ignorância e chegar à luz do conhecimento. O que muita gente não sabe é que o conceito do Zero nasceu na India, e também que a primeira Universidade , com o significado que a palavra deve ter, existiu em Nalanda, no estado de Bihar ,nos tempos ancestrais.
A matemática do modo como entendemos hoje em dia deve à India todo o seu fundamenrto,pois todo o sistema de numeração é indo-arábico, ou seja, os árabes buscaram na India e difundiram os algarismos que usamos até hoje. A fórmula de Bhaskara que foi criada na India é usada para resolver todas as equações de segundo grau.

A grande contribuição para o mundo além da filosofia , que faz parte da vida e todos os indianos, são os avanços na tecnologia da informação , pois a Índia hoje tem exportando Phd's na área de Softwares principalmente para a Europa e EUA. No Brasil, o Departamento de Microeletrõnica da Universidade de São Paulo, USP, o nosso Instituto de Pesquisas Espaciais, INPE, e o IPEN, Instituto de Pesquisas Nucleares contam com profissionais indianos em cargos importantes. No campo da pesquisa espacial, o telescópio Chandra, da NASA, que leva o nome do físico indiano, é superior em tecnologia ao Hubble, mais conhecido por ser responsável por telecomunicações.Outra área importante é a biotecnologia, campo que a India domina sobre muitos países.


ATUALIDADE
A contribuição da Inglaterra, país que colonizou a India, foi principalmente a introdução da lingua inglesa, que permite que haja uma língua comum falada em todos os estados, cada qual com sua lingua nativa. Mas, além disso, introduziram o sistema de trens , que cobre todo o país, o telégrafo e toda a modernização nas comunicações. A independência foi conquistada em 1947, após a célebre resistência pacífica liderada por Mahatma Gandhi, o grande personagem do século XX, que deu o exemplo para o mundo, ensinando que a paz é possível. Ele mobilizou a população a produzir os próprios tecidos, para mostrar que não precisavam depender da Inglaterra, por isso vemos sempre seu retrato com uma roca. Isso tornou-se um símbolo e hoje a produção e tecidos é um dos setores mais prósperos . A marcha do sal foi com a mesma intenção, provar que a India podia ser autosuficiente.

A auto-suficiência é uma realidade, principalmente com relação a alimentos. O fato de ter uma população em grande parte vegetariana, e mesmo os não vegetarianos não comerem carne de vaca porque ela é sagrada, faz com que os espaços não sejam ocupados com pasto, propiciando assim maior incentivo `a agricultura. Mesmo que muitas pessoas na India não tenham teto, talvez sapato, sempre existe comida fácil e barato, além da disposição de ajudar uns aos outros ser uma coisa natural no indiano.
Da mesma forma , a população cuida de sua própria segurança.É muito raro assaltos à mâo armada, situações de risco desta natureza, pois o povo religioso como todos sabem, tem uma atitude diferente da ocidental perante a miséria , talvez por ter uma cultura que não é baseda no "ter".Mas quando ocorre algo, os próprios cidadãos se encarregam de punir o delinqüente. Todos os templos exigem que se tirem os sapatos e estes são deixados do lado de fora. Mesmo com grande número de pessoas sem poder aquisitivo para comprar um sapato, estes não são roubados.

Outro aspecto da auto suficiência é o sistema de conselho municipal, chamado panchayati; cinco membros, geralmente mais idosos, portanto mais sábios, que cuidam dos assuntos da comunidade. Isso vem dos tempos ancestrais, decorrente dos clãs, que são chamados gotra, e foi caindo em desuso, mas a autoridade legal desses conselhos foi restaurada oficialmente em 1989 por Rajiv Gandhi. Não há melhor meio de se exercer uma educação em direitos democráticos do que a chance de exercitar eles mesmos. Dois milhões e meio de habitantes das vilas são eleitos para posições no panchayat e o governo exercido por pessoas comuns fazem da democracia um fenômeno genuínamente de massas
A democracia da India é a maior do mundo pela sua população, e o sistema político é parlamentar. Há duas câmaras, a câmara baixa ou "Câmara do Povo" (Lok Sabha) com 544 membros e a câmara alta ou "Conselho de Estados" (Rajya Sabha) co 245 membros . esta última não pode ser dissolvida. Há um Chefe de Estado e um Chefe de Governo, diversos partidos políticos e sindicatos.

CINEMA E ARTE
A Índia moderna, como todos os outros países, absorveu a cultura ocidental, mas talvez devido ao orgulho de sua identidade própria, sem perder as características culturais. Um grande exemplo é a indústria cinematográfica, que é a maior do mundo. O número de filmes feitos na India é maior que em qualquer outro país. A indústria cinematográfica surgiu em Bombay em 1913. Sete anos mais tarde produziu-se em Calcutá o primeiro filme em língua bengali e em 1934 foram inaugurados em Madras os estúdios destinadoss à produção de filmes em tâmil e telugo. Essa é a maior paixão do indiano. Os cinemas vivem lotados, eles adoram seus astros, e o estilo "bollywood" (Bombay é o pricipal centro cinematográfico) se faz presente nas ruas, com músicas que são presentes em alto e bom som em todos os lugares, o colorido que os indianos tanto gostam saindo dos saris, que ainda são uma constante, para as roupas ocidentalizadas, pelo menos nos grandes centros. Mas tudo tem a cara da India, não se vê uma invasão cultural como ocorre em outros países, que perdem a sua identidade em nome de serem modernos.
Esta diversidade colorida, esta mistura de línguas, religiões, saris e turbantes, além de arquiteturas diferentes, é o que o fazem da India este "Caldeirão Cultural".A princípio o ocidental acha que um sari é sempre igual ao outro, mas um olhar mais atento vai mostrar que conforme a região o modo de amarrar difere do outro, assim como dependendo da religião vemos os diferentes modos de se amarrar um turbante.
As religiões são o fator mais determinante nas expressões do povo, como podemos ver em todas as manifestações da arte. A literatura e a poesia nasceram como mais uma maneira de se conectar com o divino, assim como toda pintura ou escultura. Os poemas de Tagore e Kabir são lidos até hoje, e muitos quadros contemporâneos que podemos ver no Museu de Arte de Delhi fazem referência às tradições e mitos.
Apesar de tudo, quem imagina a India um país místico, com cheiro de insenso e cheio de guirlandas e santos vagando pelas ruas, deve saber que é tudo verdade, mas convivendo lado a lado com um povo extremamente progressista, que gosta da modernidade e com uma identidade cultural única no mundo.

Conheça: Istambul e Turquia


Por: Marcelo Negromonte/UOL
Dois universos se encontram no 'lugar mais descolado do mundo': Istambul, na Turquia

Não importa o quanto você conheça do mundo: Istambul vai lhe impressionar. Basta parar em seu bairro mais antigo, Sultanahmet, ver-se cercado pela grandiosidade de monumentos como a Mesquita Azul, Haghia Sofya, o Palácio Topkaki e mais um punhado de mesquitas e minaretes, para atingir a fase do deslumbramento. Na etapa seguinte, mais racional, você vai entender que tudo isso faz sentido uma vez que a principal cidade da Turquia é nada menos que a antiga Constantinopla, com seus quase dois mil anos de história.

Mas é preciso chegar às margens do Estreito do Bósforo, que corta Istambul, para atestar geograficamente o porquê de ela ter sido protagonista de tantos episódios históricos. Trata-se da única cidade do mundo com um pé na Europa e o outro na Ásia. O que é literal pode ser metafórico também: Istambul fica todo tempo neste limiar entre Oriente e Europa, entre a tradição e os novos ventos.

Séculos de história

Algumas cidades belas demais acabam se tornando museus para turistas. Istambul foge à regra. É uma cidade que tem alma, movimento e se reinventa ao longo dos séculos.

Istambul começou como Bizâncio, assentamento grego estrategicamente posicionado no ponto onde o Estreito do Bósforo - que une o Mar Negro ao Mediterrâneo, possibilitando rotas comerciais entre Ásia e a Europa - adentra o continente num braço de 6,5 quilômetros de águas calmas e profundas, conhecido como Chifre de Ouro. Anexada ao Império Romano no ano de 73 e transformada em sua sede oriental, somente em 330 foi rebatizada Nova Roma pelo imperador Constantino. O nome não pegou. Virou Constantinopla, a toda poderosa capital do Império Bizantino. Depois disso, a cidade foi capital do Império Otomano até a Turquia declarar sua independência, em 1919.

ISTAMBUL






Hoje, a cidade de 12 milhões de habitantes está num momento particular. Mantém as belezas que lhe deram fama ao longo dos séculos, e, somado a isso, vive uma efervescência cultural. Graças à juventude rica que estudou nas mais cosmopolitas cidades europeias - Londres, Berlim, Paris - e trouxe de volta para casa um estilo descolado de viver a vida. Você vai se surpreender com a quantidade de restaurantes ultra-mordenosos, clubes noturnos bacanas, lojas de design e galerias de arte.

Curiosa geografia

Istambul espalha-se ao longo dos 35 quilômetros do Estreito de Bósforo, mas a maioria dos visitantes passa a maior parte do tempo no lado europeu e passeia de barco pelo Bósforo.

Apesar de 95% da população da Turquia morar no lado asiático do país, Istambul é considerada europeia e, segundo projeções, será a maior cidade da Europa em 2015. É a mais povoada da Turquia, com 15% da população, e economicamente mais importante. Mesmo assim, a capital política do país é Ancara. As contradições não param por aí. Apesar de a maioria da população ser islâmica, Istambul continua sendo o centro espiritual da Igreja Ortodoxa Grega, com 200 mil seguidores.

Istambul fica muito próxima do Mediterrâneo, mas não espere temperaturas amenas no inverno. Entre dezembro e março, tudo fica acinzentado, úmido e os termômetros estacionam nos 5ºC. Às vezes, neva. Já no verão, espere médias entre 25ºC e 30ºC. Por isso, as temporadas mais procuradas são a primavera e outono. Não é à toa que alguns dos eventos mais fervidos na cidade acontecem nessas épocas. Tome nota: o Festival Internacional de Cinema, em abril, e a Bienal Internacional de Istambul, em anos ímpares, de setembro a novembro. Eles definitivamente fazem jus ao apelido que os próprios habitantes deram à cidade: o lugar mais descolado do mundo.


INFORMAÇÕES E SERVIÇO
Site de turismo do país - www.turquia.org.br
Site de turismo da cidade - www.istanbul.com
Consulado Honorário Brasileiro em Istambul - O Cônsul Honorário é o sr Ethem Sancak (Ekspres Yolu Kavak Sokak, 3, Yenibosna, tel. (212) 652 1000, ethemsancak@hedefalliance.com.tr). Para serviços de Embaixada, somente em Ancara. O site da embaixada é o www.brasembancara.org.
Idioma - Turco
Fuso horário - Cinco horas mais em relação a Brasília.
DDI - 90 (Turquia)
Código de acesso da cidade
- 212 (para o lado europeu) e 216 (para o lado asiático). Uma vez na cidade, só é preciso digitar o código de área se você estiver na área oposta. Senão, basta o número de 7 dígitos. A maioria dos lugares citados neste guia estão do lado europeu. Os telefones com prefixo 216 estão especificados.
Telefones de emergência - 110 (bombeiros); 112 (emergência); 155 (polícia).
Informações Turísticas - Já no aeroporto você vai encontrar um posto de informações 24h que pode inclusive ajudar a reservar hotéis. O telefone de lá é (212) 663 0793. O de Sultanahmet fica na Divan Yolu, 3, (212) 518-1802. Há outro na estação de trem de Sirkeci: tel. (212) 511-5888. Na região de Beyoglu, há um posto dentro do Istambul Hilton: Cumhuriyet Caddesi, tel. (212) 233-0592.
Moeda - A moeda turca é lira turca (TL), que ainda sofre bastante flutuação.
Câmbio - Os melhores lugares para trocar dinheiro são as casas de câmbio, com tarifas mais vantajosas e processos menos demorados que os dos bancos. Em geral, as tarifas não variam muito. Cartões de crédito são cada vez mais aceitos na cidade e caixas ATM são fáceis de achar.
Gorjetas - O serviço (dahil) em geral não vem na conta, mas é de praxe 10%. Quando vem, está especificado no pé da nota. Na dúvida pergunte. Em hotéis, um dólar para maleteiros é de bom tamanho e nos hamans os atendentes esperam 25% da conta.
Telefone - Para chamadas locais e também internacionais, o melhor é usar cartões telefones, encontrados em postos do correio e quiosques. Para quem pretende fazer muitas ligações, vale levar um aparelho celular desbloqueado e comprar um cartão SIM (hazur kart) local. A Turkcell é a operadora mais popular. Espere pagar US$ 25 pela matrícula, o que já inclui cerca de 25 minutos de ligações locais.
Internet - Apesar de a Turquia ter aderido ao mundo virtual, não é muito fácil encontrar internet cafés como conhecemos. Mais provável achar agências de turismo ou postos telefônicos que disponibilizem um ou dois computadores. Nos hotéis, em geral, há computadores para hóspedes usarem, mas só espere Wi-Fi ou cabo nos quartos em hotéis de primeira linha.
Segurança - Crimes contra turistas são raros, mas deve-se sempre ficar de olho em batedores de carteira, principalmente nos bairros turísticos. Caso algo aconteça, vá ao Tourist Police Station, Yerebatan Caddesi 6, tel. ( 212) 527-4503, para ser atendido em inglês. Desde os ataques terroristas a sinagogas e ao Consulado americano que mataram 40 pessoas em 2003, nada aconteceu. E o último terremoto aconteceu em 1999.
Mulheres - Nada de fato acontece, mas uma mulher sozinha em Istambul deve se acostumar a ser seguida por homens puxando papo. Simplesmente continue andando e não dê trela. Sofrer algum tipo de agressão, ainda que verbal, é bem mais raro.
Voltagem e tomadas - Na Turquia, a voltagem padrão é 220V e as tomadas são do tipo europeu, redondas, com dois pinos.
Vacinas - Nenhuma em especial. Para evitar incômodos de estômago, beba apenas água mineral.

Cores e aromas para inspirar os sentidos


Gramado - Um dos maiores atributos de Gramado é a sua capacidade de se reinventar enquanto destino turístico. Frequentemente novos empreendimentos estimulam a divulgação do município além fronteiras. No último sábado, 10, a cidade ganhou mais um atrativo espetacular. Inédito no Brasil, o Le Jardin Parque de Lavanda abriu suas portas com a promessa de encantar visitantes de todas as idades.

INSPIRAÇÃO

Inspirado nos grandes parques temáticos que encontraram na Europa e nos Estados Unidos, o casal Patrícia e Jorgito Simão decidiu trazer ao Brasil – e de forma especial a Gramado – uma ideia inovadora, capaz de inspirar os sentidos e encher os olhos dos visitantes com milhares de flores de rara beleza e com o inconfundível aroma de lavanda. "Plantamos 3.500 pés de lavandas que vão começar a florescer em setembro. O ponto alto acontecerá em outubro, quando o parque será tomado pelas cores lilás, azul e rosa", explica Patrícia.


PROPOSTA

Com acesso gratuito, o parque de três hectares e meio remodelou a sua proposta e agora passa a oferecer um passeio totalmente inédito no país, no qual o visitante poderá conhecer várias espécies de lavanda, além de fazer uma visita a três grandes estufas, onde Jorgito Simão cultiva e comercializa várias espécies de flores. A proposta de receber casamentos no jardim foi mantida e agora ganhou esse elemento natural – a flor de lavanda – que irá ambientar, de forma natural, todo o parque.


PRODUTOS

Além do passeio pelo imenso e aromático jardim, o visitante poderá adquirir produtos da loja temática, que reúne linhas de banho, cama e decoração. "Em parceria com o Kur Cosméticos e Bem Estar, apresentamos uma linha própria de cosméticos de alta qualidade, todos fabricados com o óleo essencial da lavanda que possui inúmeras qualidades terapêuticas", destaca Patrícia.


COMESTÍVEL

Outro produto exclusivo é o bombom de lavanda. Delicado e com sabor exótico, ele leva cobertura de chocolate e um recheio muito semelhante ao da trufa, ressaltando sua maciez e aroma que lembra a lavanda. "Muitas pessoas não sabem, mas ela é uma flor comestível. Então decidimos criar o bombom para fazer essa união do chocolate, que é um produto consagrado em Gramado, com a flor que é tema no parque", explica a proprietária.



Le Jardin Parque de Lavanda

ERS 115, Km 37, Várzea Grande – Gramado (próximo a Famastil)

De seg. a sex., das 10 às 12 horas e das 13h30 às 18 horas.
Sáb. e dom., das 10 às 18 horas.

Falso ou verdadeiro?



Sterling Johnson, o cara que criou isso na praia de Stinson, California, é especialista em bolhas de sabão.

DIFERENÇA ENTRE A SUA SALA E A DO SEU CHEFE

Motivacional

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Sucesso em Vendas

Como usar a intuição a seu favor

Ferramenta poderosa do cérebro, ela ajuda a resolver conflitos e a fazer escolhas

Por: Thaís Manarini

Nos dias em que participavam de um curso, a produtora editorial Giuliana Trovato, 27 anos, e seu irmão estacionavam o carro no mesmo local. Depois de meses cultivando esse hábito, Giuliana um dia cismou que deviam colocar o carro em outro lugar. “Estava com uma sensação estranha”, lembra.
Apesar da insistência da produtora em parar o carro em outro lugar o irmão parou na vaga de sempre. “Pedi para não deixar nada de valor dentro do veículo. Mais uma vez ele teimou e largou um agasalho e um aparelho de música lá. Eu preferi levar minha mochila com o laptop”. Quando voltaram, a surpresa: o carro havia sido arrombado. Os assaltantes ficaram com o som e os objetos do irmão de Giuliana. “Pelo menos continuei com meu computador!”.


                 Foto: David Santos / Fotoarena  
Giuliana Trovato aprendeu a seguir sua intuição depois de ter o carro arrombado por ladrões

Imediatamente Giuliana lembrou da intuição que teve ao estacionar o carro. Também conhecida como sexto sentido, essa ferramenta importantíssima está longe de ser algo sobrenatural ou puramente místico. Segundo Katia Rech, psicóloga, psicoterapeuta e membro titular do Centro de Desenvolvimento da Intuição e Critividade (CDIC), do Rio de Janeiro, “trata-se de uma qualidade natural da psique humana”.
Mas, por se manifestar de forma inesperada e não ser resultado de um raciocínio lógico – extremamente valorizado pelo homem moderno ocidental –, a intuição muitas vezes é ignorada. Uma pena, afinal, uma boa parcela de todas as informações que captamos é enviada para o inconsciente sem que percebamos, isto é, driblando a consciência.
“Mais tarde, esse conhecimento pode emergir, resultando naquilo que chamamos de sacada ou insight”, conta Ari Rehfeld, psicólogo e supervisor da clínica de Psicologia da PUC de São Paulo. Portanto, ainda que sua origem seja desconhecida, aquele lampejo que surge vez ou outra pode fazer muito mais sentido do que se imagina.

Aliada na rotina
Se levada a sério, a intuição pode ser de grande valia tanto no âmbito pessoal quanto no profissional, pois ajuda (e muito!) no momento de tomar decisões importantes e resolver conflitos. Para fazer uso desse excelente instrumento da mente, o primeiro passo é percebê-lo. De acordo com Katia, “normalmente sentimos a intuição como uma certeza interna e não como um desejo ou pensamento corriqueiro. É como um clarão instantâneo”.
Por outro lado, vale lembrar que a intuição é apenas um dos recursos disponibilizados pela mente para nos orientar. Trocando em miúdos: ela não deve ser encarada como uma certeza absoluta. “Aí vira bruxaria”, brinca Rehfeld. Portanto, quando ficar com a pulga atrás da orelha por causa do comportamento de uma amiga ou do namorado, lembra-se de que é preciso checar várias informações antes de tirar satisfação.
“Assim como o músico confunde as notas de uma pauta ao iniciar o aprendizado, é preciso estar atento para o fato de que podemos interpretar mal a mensagem que a intuição passou. Por isso, é útil testá-la no mundo real”, salienta Celana Cardoso Andrade, psicóloga clínica e professora da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás (UFG).
Foi o que fez a produtora Giuliana, desta vez apostando na própria intuição. Por conta da sensação de que a simpatia exagerada de uma colega de trabalho era, na verdade, sinal de falsidade, ela decidiu investigar.
“Não deu outra: peguei a fulana vasculhando meu computador e deletando alguns arquivos na hora do almoço. Isso só foi possível porque tive uma intuição estranha e voltei mais cedo para a empresa”, avalia.

Potencial intuitivo
O conhecimento intuitivo nasce com o ser humano. De acordo com Celana, “ele diz respeito à subjetividade. Isso que dizer que a intuição é uma parte natural da vida e pode ocorrer com qualquer pessoa, em diferentes situações”.
A questão é: por causa da correria do dia-a-dia, essa aptidão nem sempre é ativada, estimulada e apreciada. Sendo assim, é possível concluir que há pessoas mais conectadas com seu lado intuitivo do que outras. Mas, no final das contas, todo mundo é capaz de desenvolver e se beneficiar dessa habilidade.
“O que podemos fazer é, por meio da psicoterapia, meditação e outras técnicas, preparar as pessoas para terem um maior acesso à própria vida íntima, afetiva, inconsciente, intuitiva e simbólica”, observa Kátia, do Centro de Desenvolvimento da Intuição e Criatividade.

Abertura
Confira, a seguir, algumas dicas da psicóloga Celana para ter mais acesso a essa poderosa ferramenta. Mas, não se esqueça: para identificar os sinais e as mensagens enviados pela intuição, é preciso ter muita atenção e principalmente paciência.
1. Abra-se para novidades: assim, sua intuição poderá se infiltrar na consciência em vez de ser filtrada pela sua consciência
2. Respeite suas emoções, sensações, sentimentos e pensamentos. Quanto maior o contato com aquilo que você sente, mais fácil será ouvir a intuição
3. Esteja alerta para a interpretação que se soma à intuição. Esta está sempre correta, mas sua interpretação pode ser equivocada.


Conheça: Israel

Por: Viaje Mais / Natália Manczyk
Sexta-feira, fim de tarde. Um anoitecer nada comum, sem o trânsito e a buzina habitual desse horário nas principais cidades cosmopolitas. Em Israel, as noites de sexta são caracterizadas pela ausência de carros nas ruas e pelas lojas e restaurantes fechados. Na mais importante cidade e capital do país, Jerusalém, uma multidão se concentra, nesse período, em um dos lugares mais famosos do mundo: o Muro das Lamentações. O local é o mais sagrado para o judaísmo por se tratar do vestígio mais próximo do Templo Sagrado, destruído em 70 d.C. A apenas alguns metros de lá estão também os mais importantes símbolos religiosos para os cristãos e muçulmanos: o Santo Sepulcro e  o Domo da Rocha, respectivamente. São justamente as construções históricas e sagradas para as várias religiões que fazem de Jerusalém um destino especial.


Tel Aviv

Israel, em apenas 450 km de comprimento e 120 km de largura, consegue reunir mais de 3.000 anos de história. A pequena área o país fácil de ser explorado por inteiro – em cerca de seis horas dá para atravessá-lo de norte a sul. Mas engana-se quem pensa que por causa do tamanho há pouco o que ver. Israel concentra paisagens das mais variadas.

Cultura
Domo da Rocha

Jerusalém impressiona pela maneira como reúne a história e a cultura das três principais religiões: judaísmo, cristianismo e islamismo. Com um quilometro quadrado de área, a Cidade Antiga, cercada por muralhas com grandes portões, concentra os mais importantes símbolos religiosos para as três religiões: o Muro das Lamentações, vestígio do Templo Sagrado; o Domo da Rocha, onde, para os muçulmanos, Maomé ascendeu ao lugar sagrado, e o Santo Sepulcro, local em que Jesus Cristo ressuscitou no Domingo de Páscoa.
A Cidade Velha é dividida em quatro quarteirões (judaico, cristão, muçulmano e arménio), acessados por sete portões. Ali é incrível a mistura de pessoas de diversas crenças e a variedade de manifestações religiosas. As muralhas que cercam a parte antiga são do século 16 e estão localizadas entre três leitos de rio que dão proteção natural à cidade. Na região, a história está por todos os cantos, o que faz da área um grande museu a céu aberto.
A história de Jerusalém remete aos períodos da construção e reconstrução do Templo. Assim, em meio à Cidade Antiga, o visitante se depara com escavações que mostram ruínas do período do Primeiro Templo, construído há cerca de 3 mil anos e destruído pelos babilónios em 586 a.C. O santuário foi erguido onde hoje está a Cidade de Davi, parque arqueológico próximo à Cidade Velha, que vale conhecer por trazer a história de Jerusalém e dos judeus nos tempos bíblicos. 70 anos após a destruição do Templo, os judeus que voltaram do exílio reconstruíram-no. Foi reformado por Herodes e destruído novamente em 70 d.C. pelos romanos.


Ruínas do complexo nas montanhas

As ruínas da Esplanada do Templo podem ser visitadas no quarteirão judaico de Jerusalém. Lá estão vestígios como as áreas para banho (mikvê), portas dos mercados, paredes e pisos. O interessante em Israel é que as visitas a esses locais tão antigos são acompanhadas por modernos filmes explicativos ou maquetes interativas. Na Esplanada do Templo, além de um filme, há uma apresentação computadorizada que mostra em 3D a área no período antigo.
No mesmo quarteirão fica o Kotel, como é chamado o Muro das Lamentações em hebraico. É sagrado por ser a parte remanescente mais próxima do Templo. Está lotado em todas as horas do dia, mas é no Shabat, dia de descanso no judaísmo (vai do pôr do sol de sexta-feira até o pôr do sol de sábado) que ele adquire um significado especial.
Lá dá para observar as mais diferentes manifestações culturais e espirituais do ser humano. O burburinho das rezas de dezenas de judeus ortodoxos mistura-se à intensa cantoria dos festejos de Bar Mitzvas (maioridade religiosa, que começa aos 13 anos no caso de meninos e, aos 12, para meninas). É difícil não ver lágrimas em homens, mulheres, crianças e idosos, judeus que se emocionam por ver e rezar no mais importante local para o judaísmo. Entre as pedras do muro, milhares de papeizinhos com rezas e pedidos em todas as línguas completam o cenário de fé do Muro das Lamentações.

Gastronomia
Flafel

Apesar dos vários atrativos da parte antiga, a cidade nova não deve ser deixada de lado. Bem movimentada, conta com modernos hotéis, shoppings, bairros residenciais de alto padrão e áreas comerciais, como a turística Rua Ben Yehuda. No calçadão estão cafeterias, lojas de roupas e de souvenires, casas de câmbio e lanchonetes com comidas típicas. É o local ideal para passear em um fim de tarde e comer um sanduíche de   ao som das músicas dos vários artistas de rua que tocam por lá.
A comida em Israel é, em maioria, kosher, ou seja, segue leis alimentares do judaísmo. Entre elas, estão a proibição de comer carne e qualquer laticínio na mesma refeição. Assim, será difícil encontrar um cheeseburger ou um spaghetti com molho à bolonhesa e queijo ralado nos restaurantes. No Mc Donald's, os sanduíches originalmente vêm apenas com a carne, mas, por se tratar de uma rede internacional, há a opção do queijo como extra. Lembre-se também: em Jerusalém, o dia de descanso, o Shabat, vai do entardecer de sexta-feira até o fim da tarde de sábado. Nesse período, é impossível encontrar estabelecimentos comerciais abertos.
Diferentemente do Brasil, no dia de folga nem supermercados e farmácias abrem as portas. No Shabat também não funcionam os ônibusshoppings, estações de trem e rodoviárias é feita uma revista em bolsas e sacolas. Mas nada além da revista feita no Brasil no acesso a agência bancárias.

Roteiro

Passeio de dromedário

No centro, ficam as mundialmente conhecidas Jerusalém e Tel Aviv. No sul, está o turístico balneário de Eilat, famoso pelas praias, pela badalação e pelas atividades aquáticas; a leste está o deserto da Judéia, região do Mar Morto, e, no norte, estão locais como as disputadas colinas de Golan, a sagrada cidade de Nazaré, o Mar da Galileia e o Monte Hermon que, situado a 1.296 m acima do nível do mar, abriga uma estação de esqui. Além do contraste de paisagens diversas, no país impressiona também a mescla de tradição e modernidade, evidente nas moradias, estradas, hotéis e pontos turísticos.


Jerusalém na época do Segundo Templo

A cidade de calcário
Jerusalém é a cidade mais visitada por sua importância histórica, religiosa e política. Além disso, o cenário também é responsável por todo o encanto e magia contidos na região. O dourado da famosa cúpula do Domo da Rocha se sobressai na tonalidade bege que toma toda a cidade.  Pela lei, todas as construções devem ser em rocha calcária, o que torna Jerusalém uma das mais peculiares cidades do mundo. A beleza se completa durante o pôr do sol, quando o reflexo dos raios solares sobre as pedras brancas derrama tons de rosa na capital. Quem fizer o trajeto do norte do país a Jerusalém terá um passeio recheado de história. Passa-se por Samaria e pelo deserto da Judeia, onde moradias beduínas e rebanhos de cabras e ovelhas fazem os visitantes voltarem no tempo. No trajeto, pega-se também a estrada de Jericó, por onde era transportado o sal no período da invasão romana em Israel.


Mar Morto

Dia de beduíno
Jerusalém é uma cidade bem central. De lá dá para seguir para outros pontos do país sem gastar muito tempo. A apenas cerca de meia hora, para o leste, fica o Mar Morto e a montanha de Massada, no deserto da Judeia, onde dá para se divertir em passeios sobre dromedários. Cercada de penhascos e de terreno irregular, Massada era uma fortaleza judaica no período dos macabeus (cerca de 150 a 76 a.C.) e foi ampliada e reforçada por Herodes no período de 37 a.C. a 31 a.C.
Lá se estabeleceram grandes palácios, cisternas, estoques para comidas e casas de banho inclusive com aquecimento. Em 72 d.C., os romanos destruíram Massada após a conquista de Jerusalém. Diz-se que ao saberem da aproximação do exército romano, os cerca de 960 judeus que habitavam a fortaleza fugidos da capital praticaram suicídio coletivo para não serem torturados ou escravizados pelos invasores.
As ruínas de Massada podem ser acessadas por um teleférico, mas grande parte dos visitantes prefere chegar por uma trilha íngreme construída pelos romanos para invadir a fortaleza. Para o trajeto, chegue bem cedo, leve muita água (caminhar no deserto não é fácil) e fuja do sol do meio-dia. Uma boa é se programar para assistir ao nascer do sol do alto da montanha. Além de a temperatura de madrugada ser mais agradável, a vista vale o esforço. Vê-se o amarelado quase infinito do deserto rompido apenas pelo azul do Mar Morto ao fundo, quase na linha do horizonte.
Depois da visita às ruínas, dá para seguir para o Mar Morto que, situado 411 metros abaixo do nível do mar, é o ponto mais baixo da Terra. É realmente bem divertido flutuar nas águas mais salgadas do mundo. Mas devem ser tomados alguns cuidados como entrar de chinelo para não se machucar com as pedras de sal ao fundo e não permanecer mais de quinze minutos na água.
Aproveite o momento relax para se lambuzar com a lama preta medicinal da região e visitar as lojas de cosméticos que vendem ótimos produtos feitos com lama do Mar Morto. Quem preferir um tratamento intensivo pode ficar em um dos vários spas ou nos luxuosos hotéis da “beira-mar”.

Galileia

Além do deserto, outra região que vale visitar é a Galileia que, compreendida entre as fronteiras do Líbano, Jordânia e Síria, é extremamente sagrada não só para os judeus como para os cristãos, já que foi palco de três importantes acontecimentos bíblicos: o Sermão da Montanha, a multiplicação dos pães e dos peixes e a caminhada de Jesus sobre as águas do Mar da Galileia – que, na realidade, trata-se de um imenso lago situado a 216 metros abaixo do nível do mar. O lago Kneret, como é chamado na Bíblia, ganhou a classificação de mar, pois, em certos períodos do ano, os ventos são tão fortes que fazem levantar ondas de cerca de quatro metros de altura.


 Tel Aviv

A cosmopolita Cidade Branca
Outra cidade que está na faixa do Mediterrâneo é a famosa Tel Aviv, centro econômico e cultural de Israel. Depois de conhecer tantas atrações históricas, chegar em Tel Aviv é uma surpresa: vê-se uma a típica metrópole, com shoppings, arranha-céus, muitos bares, restaurantes e uma vida noturna intensa. Durante o dia, a extensa praia é bastante animada, com gente de todas as idades fazendo exercícios ou passeando com os cachorros pelo calçadão.
Tel Aviv foi fundada em 1909 nos arredores de Yafo, cidade portuária com mais de 4 mil anos de história. Em 1950, as duas foram fundidas em um único município: Tel Aviv-Yafo. No passeio pelo Centro Histórico de Yafo passa-se por ruelas do pitoresco quarteirão dos artistas, por um centro para turistas com diversos restaurantes e por souqs com artigos orientais. É interessante conhecer a praça onde está a escultura de uma baleia lembrando a história bíblica de Jonas (o profeta teria embarcado no porto de Yafo), além de visitar o mercado de pulgas, com artigos de segunda mão, e comer na tradicional padaria Abouelafia, datada de 1879.

Publicidade criativa

Cine Gourmet - Hotel Casa da Montanha


O Cine Gourmet começa na ultima noite de sexta-feira de cada mês, com recepção dos hóspedes e convidados e uma degustação de vinhos e espumantes. No sábado pela tarde acontece o Chá da Tarde, na varanda do hotel. À noite a programação tem início às 19 horas, com um coquetel preparado pela gourmet e oferecido antes da exibição do longa-metragem. Às 20 horas acontece a projeção do filme na sala de eventos, seguido por um bate-papo descontraído com o chef e o apresentador sobre as inspirações vistas na tela grande e que em breve serão saboreadas na mesa. Na seqüência, todos se dirigem ao Restaurante La Caceria, onde o público vai poder experimentar o menu especial baseado no filme recém visto. Todo participante do Cine Gourmet ganha um prato de cerâmica pintado exclusivamente para a ocasião, seguindo a tradição da Associação dos Restaurantes da Boa Lembrança.
O projeto está no seu quarto ano, e desde então muita coisa tem mudado. Desde a primeira edição chefs renomados tem compartilhado a missão de criar uma refeição completa, da entrada à sobremesa, inspirada num filme escolhido especialmente para a ocasião. Obras referenciais da sétima arte proporcionam um tempero único a cada novo encontro. Desde 2008 a tarefa de cozinhar um filme é responsabilidade da Associação da Boa Lembrança, que indica os Chefs participantes dentre os seus associados. Em 2009, a novidade ficou por conta da sétima arte, que passaram a ser temáticos. Se no ano passado o motivo eram os grandes musicais da Broadway, em 2010 chegou a vez de um passeio pelos mais encantadores cenários turísticos do mundo.


Um Cine Gourmet verde e amarelo!

Depois de passear por alguns dos lugares mais encantadores de todo o mundo, nada melhor do que voltar para casa! E essa é a ideia do Cine Gourmet Brasil, que em setembro irá combinar as saborosas criações do chef Wanderson Medeiros com o divertido e apaixonante "Lisbela e o Prisioneiro". Um encontro imperdível e que deve entrar para a história como o Cine Gourmet mais Verde e Amarelo de todos!
Robledo Milani
Crítico de Cinema e apresentador do Cine Gourmet



Preparem seus passaportes!
No ano de 2010 o Cine Gourmet vai além das telonas e leva o público para um verdadeira viagem ao redor do mundo! Juntando os mais refinados sabores da Alta Gastronomia mundial com o melhor da sétima arte, o resultado só pode ser uma experiência inesquecível. O Cine Gourmet Volta Ao Mundo convida todos a participar dessa viagem, oferecida pelo evento mais gostoso de Gramado. Preparem seus passaportes
Rafael Pecci
 Marketing do Hotel Casa da Montanha

Cine Gourmet
Hotel Casa da Montanha
Av. Borges de Medeiros, 3166 – Gramado / RS – (54) 3295.7575
reservas@casadamontanha.com.br – www.casadamontanha.com.br


Fonte: www.revistasaboresdosul.com.br /  www.phosphoros.com.br

Clientes: O que eles querem?


Você acha que o cliente sabe realmente o que quer comprar? Você acredita que o comprador conhece o produto ou o serviço que procura? Você pensa que ele sempre compra o menor preço? O que leva uma pessoa a comprar um determinado produto de uma determinada marca? Será apenas o produto em si, ou o cliente espera um pouco mais?
Pesquisas revelam que 85% dos consumidores decidem o que comprar ou qual marca escolher, apenas na hora que estão no ponto de venda. Isso quer dizer, que a grande maioria dos consumidores não é fiel às marcas e geralmente não sabe o que comprar, o que acaba abrindo muitas possibilidades para outras empresas, pois agregando valores ao seu produto, essas empresas podem fazer com que suas vendas cresçam e suas marcas entrem na mente do consumidor. Mas quais são esses valores?

Os consumidores esperam ter alguma experiência positiva com o produto e com a marca escolhida. Antigamente um produto deveria apenas ir de encontro às expectativas do cliente, já hoje, atender expectativas é o mínimo que se espera de um produto, é preciso mais, é preciso surpreender o consumidor. Isso pode acontecer com um bom atendimento ou um ótimo sistema de pós-venda, ou então com alguma tecnologia nova ou alguma diferenciação no produto, entre muitas outras coisas.

Para descobrir como surpreender, ouça a pessoa mais importante: o próprio cliente. Formule perguntas inteligentes, ouça o cliente com atenção, processe as informações obtidas, fique atento às idéias e não às palavras do cliente, certifique-se de ter entendido a verdadeira intenção do cliente, planeje cuidadosamente para responder ao que foi dito. São ações simples, mas que muitas vezes por acomodação da empresa, acabam deixadas de lado e abrindo espaço para a concorrência. Pense nisso!
Grande abraço e sucesso!!

Texto: Celso F. Derisso Filho - Especialista em Marketing

Vestuario como forma de Expressão

Roupa sempre foi sinônimo de expressão. A roupa que uma pessoa veste mostra muito sobre ela.
Facilmente você identifica grupos como roqueiros, skatistas, nerds, mauricinhos, patricinhas e até mesmo um pouco da personalidade, como as pessoas mais tranquilas, que não se importam em estar ou não arrumadas, as que querem mostrar que tem dinheiro etc.
Além disto, o tipo de vestimenta também varia muito do local em que está. Biquinis e sungas de banho são totalmente aceitáveis e bem vindos na praia ou piscina, pois eles tem a sua utilidade. Já fora delas, o uso é completamente desnecessário e incômodo.
Estes detalhes acabaram se tornando regras da sociedade. Não acredita? Então experimente ir de chinelo, bermuda e camiseta suja em um casamento!
Neste ponto, acredito que você concorde comigo que o tipo de roupa, dependendo do ambiente, causa uma impressão sua diferente nas pessoas. E a forma como você se veste pode, ou não, ser considerada inadequada ou mesmo proibida.
Ao fugir destes padrões impostos pela sociedade, você está aberto a críticas ou mesmo proibições. Em muitas lojas não se pode entrar sem camisa ou descalço. E ao insistir nisto, você sabe que será criticado. Ninguém vai em uma reunião com o cliente de tênis, bermuda e camisa florida sem saber o que está tentando causar.
E esta regra serve para qualquer situação. A gravidade de entrar em uma loja sem camisa, onde esteja uma placa proibindo isto ou andar de sunga pelas ruas é a mesma. Fatalmente um policial acabará sendo chamado.
Foto por Peter Davis
Foto por Peter Davis
Sou muito macho! Só gosto de usar uma roupa diferente…
Isso é claro e óbvio. Voltando ao início do texto, a roupa atua como uma forma expressão. Um homem que saia de vestido, baton e bolsa pelas ruas não tem como exigir respeito e querer que todos afirmem sua masculinidade. Ele será taxado de homossexual.
E finalmente entrando no caso Uniban, é exatamente isto que ocorre. Ao utilizar uma roupa inadequada ao local em que está, já com intenção de provocar (pois ninguém faz isto sem saber o que está fazendo), você vai ser criticada, vão fazer comparações as prostitutas, que são conhecidas por usar roupas muito curtas independente do lugar onde estão e, claro, pode acabar como no caso citado anteriormente de ser necessário chamar a polícia.
Se ela está certa ou não, quem somos nós para dizer? Mas assim como roubo é roubo, independente de ser uma maçã ou um carro 0Km, quebrar esta “lei” é considerado um “crime” para a sociedade. Seja utilizando um vestido curto ou indo de calcinha e sutiã para a universidade.

Tudo é o jeito como se fala


Sexta-feira, 6:10am, ponto final do S-13, em Bangu.
Filas de pessoas esperando para ir sentadas nos ônibus, todos cansados desta semana que está acabando e doidos para chegarem logo no trabalho e não tomarem esporro do patrão, mas ao mesmo tempo, procurando um pouco de descanço tentando ir nos ônibus mais confortáveis e sentado na viagem de aproximadamente 1 hora até o centro.

Depois de uns 15 minutos esperando na fila, finalmente chega a nossa vez. Depois de passar pela roleta, sento logo no primeiro banco, próximo ao cobrador e ouço ele dizer “tem que mostrar a camisa”. Olho para frente tentando entender o que está acontecendo e vejo um cara com o RioCard de colégio usando casaco. Ele tenta puxar um pedaço da camisa, com cara de raiva para o cobrador, que repete a frase grosseiramente. O passageiro fica ainda com mais raiva e o cobrador tenta diminuir a situação dizendo “o fiscal anda reclamando muito, tem que mostrar”. O cidadão puxa com raiva a camisa para cima, mostrando o símbolo do colégio e passa na roleta. Resultado, ambos ficaram com raiva.

Cena 2:

No mesmo ônibus, pouco tempo depois, um indivíduo senta no banco antes da roleta, vira para o cobrador e pergunta muito educadamente se poderia pagar a passagem, rodar a roleta e descer pela frente. Desta vez, o cobrador fica meio sem reação e mesmo assim responde meio grosso que ele apenas poderia descer por trás, mas havia mudado um pouco com a educação do passageiro. E o cidadão retruca “é que eu vou operar hoje, não posso fazer muito esforço” e mostra a papelada de hospital com tudo da operação sem se levantar do banco. Desta vez o cobrador, com a voz já muito mais calma e compreensiva responde para ele ficar tranqüilo, que vai pedir para o próprio fiscal rodar a roleta no ponto para ele descer pela frente.
Agora vamos pensar um pouco, se o cobrador soubesse falar mais educadamente, tirando a culpa dele desde o início da Cena 1, exemplo “Ih cara, olha só, o fiscal está reclamando muito de gente que entra no ônibus sem camisa do colégio com RioCard de estudante, agora tem que mostrar legal a camisa. Senão depois ele me ferra, tudo bem?” ele teria evitado um desgaste de ambos alí, assim como se tivesse sido educado desde o início, não teria “quebrado a cara” com o segundo indivíduo, que iria operar…

domingo, 29 de agosto de 2010

Diretor da RCI no Brasil visita Fortaleza

                                                                                                                                            

O grupo RCI – Resort Condominius International é líder mundial no segmento de time share (tempo compartilhado) e pioneiro no Brasil neste negócio.

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O Ceará é muito atrativo para o programa de time share, segundo o diretor da RCI no Brasil, Alejandro Moreno, que esteve em Fortaleza na semana passada, em visita aos clientes. Alejandro veio acompanhado dos gerentes Ronald Hargreaves e Carolina Pinheiro, para reforçar as visitas de operações de vendas e prospecção de novos negócios.
São clientes da RCI no Ceará os hotéis Beach Park Suítes Resort e Aquaville Resort & Hotel (no Porto das Dunas), Plaza Praia Suítes, Nobile Suítes Brasil Tropical e Marina Park Hotel (em Fortaleza), Coliseum Hotel e Hotel Parque das Fontes (em Beberibe).
Para o público, o sistema funciona da seguinte maneira: nos hotéis afiliados à RCI, o cliente compra antecipadamente uma semana de hospedagem por ano por um período de 10 anos e paga em 24 meses. Ele pode utilizar as diárias no empreendimento onde efetuou a compra ou em qualquer outro afiliado no Brasil e no exterior, mediante pagamento de uma taxa de intercâmbio. No caso da RCI, são mais de 4200 hotéis afiliados no mundo.